Paços de Ferreira deslocou-se de navio para o Funchal

A equipa do Paços de Ferreira chegou hoje à Madeira, proveniente da Ilha de Porto Santo, numa viagem pouco usual a bordo do navio Lobo Marinho (que faz diariamente a ligação entre a cidade do Funchal e a ilha de Porto Santo).

Após terem estado na ilha de Porto Santo, fruto da turbulência que se fazia sentir no Aeroporto da Madeira e que obrigou a alteração no percurso (em condições normais, teriam viajado de imediato para a Ilha da Madeira), a viagem de navio foi a alternativa encontrada pela Transavia, companhia aérea no qual os castores viajaram desde a cidade do Porto até à ilha dourada.

À chegada ao porto do Funchal, e depois de terem viajado de forma inusitada a fim de disputar o jogo com o Marítimo, a tranquilidade aparentava prevalecer entre os jogadores da formação pacense.

Vasco Seabra, treinador do Paços de Ferreira, desvalorizou a questão quando confrontado com eventuais consequências negativas pela forma como a equipa viajou para a Madeira.

“Não vamos permitir que isso nos aconteça. Todas as adversidades que nos acontecem são sempre uma oportunidade para as superar, por isso vimos esta situação como uma anomalia que pode acontecer, tal como no jogo podem surgir diferentes situações, para as quais temos que ter a capacidade para nos adaptarmos e estarmos preparados para reagir aquilo que nos sucedeu”, afirmou o técnico.

O treinador, considerou ainda, ter sido “a melhor solução encontrada”, de forma a que o jogo se realizasse amanhã. “Felizmente tudo correu bem e vamos agora descansar para amanhã estarmos aptos a ganhar o jogo, como é nossa ambição”, concluiu.

Nota: os direitos da fotografia do artigo pertencem a Hélder Santos/ASPRESS

André Fernandes

Licenciado em Ciências da Comunicação pela FCSH/NOVA. Madeirense, adepto de futebol e da escrita, marcar golos na vida e chegar o mais longe possível é um dos meus objetivos.

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