Benfica reage ao mau momento com um 2-0 frente ao Paços

O jogo que marcou o regresso de Fejsa e Cervi ao onze também marcou o regresso dos encarnados às vitórias, três jogos depois. Foram regressos em grande na Luz, já que Cervi inaugurou o marcador, e o outro regressado encheu o meio-campo. Os encarnados ainda marcaram por Jonas na segunda parte, e acertaram três vezes nos postes contrários.
Cervi inaugurou o marcador aos 20′

O Benfica parecia querer lamber as feridas dos últimos jogos e apresentou-se desde cedo a dominar a posse de bola e o meio-campo ofensivo. O suspeito do costume, Jonas, teve a primeira boa chance de golo mas foi negada por Mário Felgueiras. De seguida, foi Grimaldo que esteve perto do golo, ao atingir o poste com um livre exemplar, isto ainda aos 10 minutos. Passados sete minutos Vasco Seabra teve outro susto, com a bola embater de novo nos postes da sua equipa. O enguiço dos benfiquistas parecia não quebrar, mas aos 20′, Franco Cervi aparece na entrada da área e agradeceu a confiança de Rui Vitória com um golo de pé esquerdo, a passe de Zivkovic. A bola ainda encontraria pela terceira vez os ferros da baliza do Paços, mas ao intervalo o resultado estaria fixado em 1-0 para os da casa, cuja posse de bola rondava uns avassaladores 75%.

 

O domínio da primeira parte foi posto em causa logo no primeiro minuto da segunda. O Paços, que fez apenas um remate em 45 minutos, fez um cabeceamento perigoso por intermédio de Rui Correia. Contudo, a posse e a perigosidade mantinham-se do lado do Benfica. Aos 54′, Jonas falha na cara de Felgueiras, a bola pinga na área mas acaba na bancada. O mesmo Jonas não falhou aos 60′: Canto batido por Pizzi e Jonas encosta. É o quinto jogo consecutivo a marcar do melhor marcador do campeonato. O Benfica insistia, especialmente nas faixas, devido ao bom envolvimento dos laterais no ataque. Também Zivkovic estava a ter um jogo feliz. Até ao final, Pizzi, Krovinovic e Jimenez ainda viriam a falhar três oportunidades, num jogo relativamente fácil para os tetracampeões encarnados, que desta vez não deixaram escapar a vantagem. Do lado do Paços, fez de Julio César um espetador do jogo, apesar de um calafrio ou outro nas bolas paradas, e nos desequilíbrios do rápido Mabil, Vasco Rocha ou Welthon.

David Silva

Contar a minha história é falar de futebol. Primeiro, a paixão. Depois, a prática. Em seguida, uma deslocação de 71km entre a Lourinhã e a NOVA/FCSH, onde concluí o curso de Ciências da Comunicação, em 2019. Pelo meio, nove meses de estágio memoráveis no Canal 11, na Cidade do Futebol. E por fim, a paixão. Sempre.

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