Quebra de comunicações entre videoarbitro e equipa de arbitragem não será alvo de relevância disciplinar

O Conselho de Disciplina da FPF considera que a quebra de comunicações ocorrida no passado domingo, aos 66 minutos do encontro entre o CD Aves e o SL Benfica, não tem relevância disciplinar.

Ontem o Conselho de Arbitragem da FPF explicou que existiu uma quebra de comunicações entre o videoárbitro e a equipa de arbitragem, motivada por uma anomalia na base de interligação, tendo impossibilitado o envio de sinal áudio da equipa de arbitragem para o centro de videoarbitragem em Oeiras.

Segundo explicação do Conselho de Arbitragem, após detetada a anomalia, a equipa técnica no centro de videoarbitragem, procedeu a tentativas de recuperação do sistema de comunicações, designadamente reiniciando-o, sem sucesso, e, posteriormente, reconfigurando-o, igualmente sem resultados.

Face a inoperacionalidade das comunicações, estas ficaram comprometidas até ao fim do encontro. Segundo os testes realizados após o fim da partida, o diagnostico concluiu que a falha se ficou a dever à base de interligação dos sistemas dos rádios utilizados pela equipa de arbitragem, chefiada por Nuno Almeida.

Nesse sentido, o juíz da Associação de Futebol do Algarve, ficou sem poder receber qualquer auxílio nos lances que sucederam daí em diante, entre eles, o polémico lance que, aos 78′, daria origem a um pontapé de penalti favorável aos tetra campeões, que converteram com sucesso, tendo dilatado e fechado o marcador (1-3), favorável aos pupilos de Rui Vitória.

Guilherme Freire Coelho

Alfacinha apaixonado pela vida e por futebol. Defendo-o como desporto, respeito-o pela vertente social e admiro-o como espectáculo. A bola, é mero instrumento para os "artistas" brilharem. Não escrevo sobre bola mas sim, sobre Futebol, sempre de forma transparente, com fair-play e....sem respeito pelo acordo ortográfico.....

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