Rui Patrício e Bryan Ruiz decisivos na lotaria dos penalties

O Sporting está na final da Taça da Liga após ter vencido o FC Porto por 4-3 no desempate por grandes penalidades. Os leões juntam-se assim ao Vitória de Setúbal que na terça-feira eliminou a UD Oliveirense.

O primeiro clássico do ano, não é recordado pelos motivos. Um jogo que teve mais de 50 faltas, e que raramente foi bem jogado O Sporting repetiu o onze do jogo anterior, enquanto que os dragões chamaram Iker Casilhas, Sergio Oliveira e Soares ao onze titular. Os leões entraram melhor e viram aos cinco minutos uma grande penalidade não assinalada, Danilo agarra Bas Dost na grande área, mas nem o VAR nem o Artur Soares Dias consideraram infração. O médio que sai minutos depois, após lesão muscular, entrando para o seu lugar o Oliver Torres.

No entanto, aquilo que podia ser a primeira contrariedade para a equipa azul e branca, revelou ser um momento de subida de rendimento. Pois a partir daqui a turma de Sérgio Conceição conseguiu equilibrar a partida e contrariar o jogo leonino. Com poucos remates certeiros de parte a parte, a melhor oportunidade da primeira parte foi para ao FC Porto, quando aos 36′ Soares introduz a bola na baliza, no entanto o lance foi anulado segundos depois por fora de jogo do brasileiro.

Antes do término do primeiro tempo surge também uma contrariedade para Jorge Jesus, Gelson Martins sai lesionado e é baixa para os próximos jogos.

Na segunda parte, o Porto começou melhor e mais ameaçador, com Soares e Marega a serem mais irrequietos, no entanto a melhor oportunidade pertence aos leões. Canto curto a ser marcado por Acuña,e Coentrão cruza para Coates fazer estremecer a o poste da baliza de Casilhas.  Minutos depois o Sporting não ganhava para o susto, recuperação de bola por parte de Marega que aproveitou uma ligeira subida de Rui Patricio para tentar alvejar a baliza. Contudo, o guarda-redes leonino consegue defender através de uma boa defesa.

Antes do final do tempo regulamentar destaque para a estreia de Waris com a camisola do Porto, e para o regresso de Montero. Contudo o resultado não se alterou e o finalista foi decidido nas grandes penalidades.

Na decisão pela marca dos 11 metros, Rui Patrício foi decisivo ao parar os remates de Herrera e Aboubakar e levou a melhor sobre Iker Casilhas que, não obstante, também defendeu dois remates. Bryan Ruiz marcou o penalty decisivo.

A final está agendada para o próximo sábado, e irá opor os mesmos finalista da primeira edição, Sporting e Vitória de Setúbal.

 

 

 

 

Cristiana Pina

Licenciada em Comunicação Social pela ESEV. Sou uma pinhelense de gema que adora futebol e toda a magia que lhe é inerente. Escrever é uma das minhas grandes paixões.

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