Ivo Vieira indignou-se com a atitude dos jogadores frente ao FC Porto

Depois da derrota desta tarde frente ao FC Porto, o mister dos canarinhos, Ivo Vieira, não se coibiu de mostrar a sua indignação com a atitude dos seus jogadores.

Ivo Vieira não escondeu as suas responsabilidade mas salientou que, perante a atitude desta tarde, os jogadores têm de pesar a consciência face à exbição pouco conseguida: “Este jogo foi preparado de forma natural, como os outros. Sabíamos que estávamos em vantagem no marcador, mas não podíamos ficar à sombra disso. E sabíamos que tínhamos de ser intensos. Preparámos isso nos treinos, em exercícios, mas o FC Porto teve mérito. É uma equipa forte. Como responsável, dou o corpo às balas e se calhar, mas até metia dó ver o Estoril em campo. Não conseguia dar dois toques na bola. Ficámos muito aquém. Tenho muito que pensar porque sou o responsável, mas os jogadores também devem pensar no compromisso que têm com o clube”

 O Mister canarinho insistiu, alegando que um jogo com o FC Porto, tem sempre de ser alvo de motivação e não, o que se passou esta tarde: “Não basta vestir a camisola, há que dignificá-la. Têm de dar mais em campo. Uma coisa é perder, mas sendo competentes em campo; com um comportamento destes, temos que refletir. As alterações na equipa não justificam este comportamento, quando vínhamos de uma vantagem. Talvez seja uma questão mental. Os meus jogadores, com esta atitude, jamais poderão alcançar outro patamar. Houve alterações, é verdade, por causa dos regulamentos, mas quem vai defrontar uma equipa com a dimensão do FC Porto tem de jogar com grande motivação e intensidade”

Ivo indignado, salientou que o resultado poderia ter sido bem pior: “Ainda hoje de manhã falei disso aos jogadores. Tem de haver um compromisso muito grande. E o FC Porto até podia ter feito mais dois ou três golos. Poderia ter sido catastrófico. Não ganhámos primeiras e segundas bolas, jogámos muito recuados. Esta equipa não é isto. Se estes jogadores querem caminhar em termos profissionais, devem pensar se este é o comportamento adequado. Quase que não disputávamos uma bola. O FC Portro, com dois avançados poderosos, pareciam que eram muitos mais contra quatro jogadores do Estoril. Devíamos ter feito mais pelo jogo”, concluiu.

Guilherme Freire Coelho

Alfacinha apaixonado pela vida e por futebol. Defendo-o como desporto, respeito-o pela vertente social e admiro-o como espectáculo. A bola, é mero instrumento para os "artistas" brilharem. Não escrevo sobre bola mas sim, sobre Futebol, sempre de forma transparente, com fair-play e....sem respeito pelo acordo ortográfico.....

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