Afinal Ibrahimovic não vai jogar no Hammarby, mas sim ser co-proprietário do clube

Zlatan Ibrahimovic deixou o mundo do futebol em rebuliço quando na terça-feira de manhã publicou um vídeo nas suas redes sociais com a camisola do Hammarby, clube que joga na 1ª Divisão sueca, deixando todos a pensar se este seria o seu próximo clube.

 

https://www.instagram.com/p/B5UZ186HbST/

Contudo, o mítico avançado sueco já veio a público explicar que irá regressar ao seu país natal sim, mas não enquanto jogador. Isto porque o avançado investiu no clube que ficou em terceiro lugar na edição do campeonato da Suécia do ano passado e comprou um quarto das suas ações.

Numa entrevista ao jornal sueco Aftonbladet Ibrahimovic anunciou que comprou metade das ações que estavam na mão da AEG, o correspondente a 25% da propriedade do clube sueco.

Acordei com o Hammarby e com a AEG tornar isto o mais global possível. Seríamos vistos em todo o mundo. Não apenas na Suécia, mas em todo o mundo. Toda a gente devia saber o que é o Hammarby“, referiu o avançado.

Apesar deste investimento e de afirmar que quer fazer do Hammarby o maior clube do país, Zlatan Ibrahimovic tirou as dúvidas que poderiam existir e confirmou que não jogará no clube, ou mesmo no país: “Disse nos últimos dez anos que não iria jogar na Suécia. Isso não vai acontecer“.

“Quero contribuir com a minha experiência, com os meus contactos ilimitados. Tudo aquilo que for preciso, na verdade. Quero que o Hammarby tenha a melhor academia da Suécia. O Hammarby deveria ter os melhores talentos. Tenho recursos que podem ajudar”, concluiu Ibrahimovic.

Fica agora por saber ainda qual será o próximo clube do avançado sueco que está em final de contrato com os norte-americanos do LA Galaxy. Interessados não faltam, mas agora é certo que a Suécia não será o seu destino.

Francisco Carvalho

Desde tenra idade que duas paixões me cativaram, desporto e a escrita, sendo a sua união o cenário ideal. Cedo percebi que com esforço e dedicação poderia juntar uma paixão a uma profissão, sendo o jornalismo a resposta. Numa geração onde a banalização e a desvalorização da informação são recorrentes, quero mostrar a relevância do mundo jornalístico em toda esta sociedade cativante que nos rodeia.