Luiz Phellype e o interesse do Flamengo: “Estou bem no Sporting, tranquilo e não tenho vontade de sair daqui”

O avançado brasileiro do Sporting Luiz Phellype tem vindo a ser apontado nos últimos tempos ao Flamengo de Jorge Jesus, mas, apesar de assumir que seria uma grande oportunidade, confessou não ter “vontade de sair“.

Estou bem no Sporting, tranquilo e não tenho vontade de sair daqui. O Flamengo com Jorge Jesus deu um passo importante para voltar a ser o que era e vimos, na final do Mundial, que não está tão atrás do Liverpool. Não seria um passo atrás na minha carreira. Dependendo da oportunidade e das minhas condições, seria bom“, confessou o ponta-de-lança, em entrevista ao programa Troca de Passes, da Sport TV brasileira.

Luiz Phellype mostrou-se ainda orgulhoso em poder vestir a camisola do Sporting e a sua satisfação pela experiência: “O Sporting é o primeiro grande clube da minha vida. Tenho aproveitado bastante. Poder vestir a camisola do Sporting e olhar para a história, ver quem já vestiu a camisola, o quão importante o clube é, é maravilhoso. Estou a aproveitar ao máximo“.

O jogador, que chegou a Alvalade em janeiro de 2019 proveniente do Paços de Ferreira, está atualmente a recuperar de uma lesão que o tem afastado dos relvados nos últimos meses e fala de uma época que tem sido “bastante complicada“.

Abordou ainda o novo comandante da equipa leonina, o técnico Rúben Amorim. “Até agora, Amorim fez um trabalho curto, mas excelente, no Sp. Braga. É um treinador bastante promissor. Esperemos que também aqui dê certo“, desejou o avançado de 26 anos.

Nessa mesma entrevista, o avançado do Sporting deixou ainda aberta a porta à Seleção Nacional portuguesa: “Já sou naturalizado português, tenho passaporte europeu. Já falei sobre isso com o meu empresário. Sentir-me-ia muito honrado, porque há uma história de brasileiros em Portugal“.

Francisco Carvalho

Desde tenra idade que duas paixões me cativaram, desporto e a escrita, sendo a sua união o cenário ideal. Cedo percebi que com esforço e dedicação poderia juntar uma paixão a uma profissão, sendo o jornalismo a resposta. Numa geração onde a banalização e a desvalorização da informação são recorrentes, quero mostrar a relevância do mundo jornalístico em toda esta sociedade cativante que nos rodeia.