OFICIAL: Pinto da Costa reeleito como presidente do FC Porto

Agora é mesmo oficial, Pinto da Costa acaba de ser reeleito como presidente do FC Porto, após vencer José Fernando Rio e Nuno Lobo, e irá assim cumprir o seu 15º mandato.

O anúncio oficial foi feito por José Manuel Matos Fernandes, presidente da Mesa da Assembleia Geral, por volta das 22h50, que revelou que Pinto da Costa superou assim a concorrência dos outros dois candidatos, conquistando 68,65% dos votos. Por sua vez, José Fernando Rio ficou em segundo lugar com 26,44% dos votos e Nuno Lobo em terceiro com 4,90% dos votos. Houve ainda 488 votos brancos e 156 votos nulos.

Confirma-se assim o 15º mandato de Jorge Nuno Pinto da Costa à frente da presidência do FC Porto, sendo assim presidente do clube desde 1982. Este poderá mesmo vir a ser o último mandato do presidente à frente do clube.

Estas foram eleições históricas para os dragões. Para começar, esta foi a primeira vez na história das eleições presidenciais dos azuis e brancos, onde Pinto da Costa esteve presente, que este teve a concorrência de pelo menos outros dois candidatos.

Além disso, estas eleições tiveram um número recorde de participantes registado no século. No total, 8480 sócios deslocaram-se este fim-de-semana ao estádio do Dragão para decidir quem ficaria à frente do clube para o mandato de 2020-2024. Estes são números bastante superiores aos registados em 2007, ano em que se registou o último recorde de votantes (3820 participantes).

Contudo, estes números ficaram ainda aquém do recorde absoluto estabelecido em 1988, quando Jorge Nuno Pinto da Costa concorreu contra Martins Soares, que foi agora candidato ao Conselho Superior pela lista B, e existiram 10.731 sócios a exercer o seu direito de voto.

Há que ter, no entanto, em conta que estas eleições presidenciais tiveram a peculiaridade de ser realizadas ao longo de dois dias face à pandemia de Covid-19, por forma a facilitar um maior distanciamento social entre os votantes.

 

Fonte da Imagem: A Bola

Francisco Carvalho

Desde tenra idade que duas paixões me cativaram, desporto e a escrita, sendo a sua união o cenário ideal. Cedo percebi que com esforço e dedicação poderia juntar uma paixão a uma profissão, sendo o jornalismo a resposta. Numa geração onde a banalização e a desvalorização da informação são recorrentes, quero mostrar a relevância do mundo jornalístico em toda esta sociedade cativante que nos rodeia.