Fábio Coentrão revela a razão de ter ficado um ano parado

Após ter estado um ano afastado do futebol, Fábio Coentrão voltou aos relvados esta época com a camisola do Rio Ave. Afirmando-se “sentir-se em casa e pronto para acrescentar muita coisa”, o internacional português revelou que chegou a considerar o fim de carreira enquanto esteve parado.

Em entrevista ao jornal O Jogo, o defesa esquerdo assumiu que, após ter feito uma boa temporada pela equipa de Vila do Conde em 2018/19, recebeu várias propostas de clubes do futebol português: “Quando estive aqui, há dois anos, senti-me bem, fiz uma época boa e no final acabei por receber várias propostas, como toda a gente sabe, e uma delas, que era aquilo que eu queria, infelizmente, por vários motivos que não quero comentar, deu errado.”, revelou, acrescentando que foi o falhanço nas negociações com o clube interessado que ditou o seu afastamento temporário do futebol.

“Na altura, fiquei um pouco chateado com a situação e resolvi ficar parado, pensando mesmo que iria deixar o futebol”, admitiu Coentrão, que se desviou de questões relativas a um alegado interesse do FC Porto na sua contratação, devido a querer focar-se apenas “no presente e no que vem no futuro”.

O jogador de 32 anos ainda abordou a lesão que sofreu na sua estreia com a camisola do Rio Ave nesta época, num encontro frente ao Farense que terminou com uma vitória por um a zero da equipa vilacondense e onde Coentrão jogou 48 minutos. “Se calhar, quis apressar um pouco as coisas, mas sentia-me bem e até poderia estar um ano a jogar e acontecer uma lesão. Depois de um ano parado e com 32 anos, não é fácil para nenhum jogador regressar, todos os clubes pensavam que eu já tinha deixado o futebol.”, explicou, deixando a garantia de que tem muito a oferecer ao clube orientado por Mário Silva.

Fonte da imagem de capa: Facebook oficial do Rio Ave FC

Alexandre Dionisio

Desde pequeno fui levado ao mundo do futebol, inicialmente enquanto júnior no Ginásio Clube de Alcobaça, clube da minha cidade, e agora mais velho enquanto espetador assíduo do mágico desporto que tanto nos emociona. Com uma licenciatura em Ciências da Comunicação na bagagem e um mestrado em Jornalismo em curso, acompanho cada jogo com a máxima emoção. Que isso nunca mude.