MarcheShow no apuramento dos dragões

Realizou-se no Estádio do Dragão a quinta jornada do Grupo C da Liga dos Campeões, que ditou um duelo entre entre os dois primeiros classificados do grupo, o Futebol Clube do Porto e o Manchester City.

No jogo grande do grupo, Sérgio Conceição alinhou num 5-3-2, com Marchesín na baliza, defesa composta por Manafá, Sarr, Diogo Leite, Mbemba e Zaidu; Sérgio Oliveira, Uribe e Otávio no miolo e a frente de ataque entregue a Marega e Corona.

Do lado dos ingleses, Pep Guardiola iniciou a partida no seu típico 4-3-3; Ederson entre o postes, quarteto defensivo composto João Cancelo, Rúben Dias, Eric Garcia e Zinchenko; meio campo com Fernandinho, Rodri e Foden e o trio de ataque composto por Sterling, Ferran Torres e Bernardo Silva.

Bjorn Kuipers apitou para o começo da partida e o City assumiu o controlo do jogo. Sempre sem criar grande perigo, os cityzens trocavam a bola no meio campo portista e encostavam os azuis brancos à sua baliza. 15 minutos de domínio inofensivo dos ingleses. Posto o primeiro quarto de hora, o Porto teve um período de 10/15 minutos onde procurou subir no terreno e até chegou a ter um par de contra ataques que foram importantes para mostrar que os dragões não estavam “a dormir” e serviram para a equipa respirar.

No entanto, a primeira parte acabou com o Manchester novamente por cima e, desta vez, a criar mais perigo. Ficou na retina um corte de Zaidu, que afastou a bola rematada por Sterling em cima da linha de golo. Fim da primeira metade e o City dominava claramente o jogo, no entanto, não criava perigo, muito por mérito da boa organização defensiva dos dragões.

Após o descanso, foi altura de começar o show de Marchesín. Perto do minuto 60, Sterling, após passar por Sarr, aparece na cara de Marchesín e atirou para uma excelente intervenção do guardião portista; primeiro lance de grande perigo da segunda parte. Já a rondar o minuto 70, lance iminente de golo; desvio de Sterling ao primeiro poste e a bola sobra para Rúben Dias que não conseguiu encostar para o fundo das redes, no entanto, o esférico sobrou para a bicicleta de Ferran Torres que obrigou o guarda redes argentino a fazer (mais) uma defesa fantástica. 5 minutos depois, Bernardo Silva atirou para nova defesa apertada de Marche.

Ao minuto 80 o VAR entrou em ação; cabeceamento de Gabriel Jesus e nova defesa do guarda redes dos dragões, a afastar a bola para o poste, no entanto, no ressalto, o avançado brasileiro dos ingleses encostou para o fundo das redes, contudo, após consultar o VAR, Kuipers anulou o golo por fora de jogo e o nulo manteve-se até ao fim do jogo.

Apuramento garantido e posições finais já definidas para as duas equipas; os ingleses ocupam o primeiro lugar e a equipa portista garante a segunda posição.

Fonte das imagens: Site da Liga dos Campeões e Rádio Renascença.

Alexandre Ribeiro

Nascido e criado na ilha Terceira, nascido e criado para o futebol. Desde cedo aprendi, vivi e vibrei com o desporto rei. A licenciar-me em Ciências da Comunicação na FCSH da Universidade Nova de Lisboa. Com o futebol e a escrita espero proporcionar um espectáculo fora das 4 linhas para todos aqueles que partilhem o gosto pela bola e pelos seus artistas.